Hoje tivemos mais uma partida de Copa do Mundo. E hoje tivemos Brasil em campo. Na última partida válida pelo grupo G do Mundial da África do Sul, o time canarinho enfrentou Portugal. O 0 a 0 morno refletiu o desinteresse de ambas as equipes, já que a igualdade classificava os dois times.
Enfim, a minha intenção não é de escrever sobre o desempenho futebolístico da pentacampeã mundial de futebol nos gramados do continente negro. Quero falar, na verdade, sobre o marasmo com o qual o país funciona quando nossos futebolistas adentram o gramado de alguma outra nação de 4 em 4 anos, apesar da Copa ser para muitos especialistas um estimulante para nossos setores econômicos quando o Brasil joga e vence, pois os trabalhadores encaram a jornada de trabalho com mais entusiasmo e, com isso, produzem mais.
Porém, o que vi e o que sempre vejo difere da visão desses economistas. O verde-e-amarelo toma conta das cidades, e a desfuncionalidade se torna padrão. Até hoje, uma sexta-feira, as ruas, poucos minutos antes da partida, estavam desertas, em mais um dia - que deveria ser - comercial. Os bancos, por exemplo, interromperam seus expedientes, e a universidade na qual eu estudo também não funcionou até às 14h, com os alunos do período diurno ficando, obviamente, sem aulas. Sem querer contradizê-los, acho que as partidas do Brasil em Copas não são um catalizador da economia, mas o contrário.
Sem falar no patriotismo quase que exclusivo do brasileiro nas competições esportivas, especialmente no futebol. O verde-e-amarelo só se torna padrão na hora de torcer e incentivar os atletas, mas nunca nos grandes movimentos e lutas que quase inexistem no país. Bater no peito e dizer "Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor" é uma atitude latente nos momentos mais cômodos do Brasil, com o esporte exercendo uma dessas funções.
A prova maior desse descaso com a política em momentos de grande furor atlético é a do recente reajuste no salário dos deputados em 28%. Ah, tá, é verdade... poucos sabem porque as televisões permanecem ligadas somente nas notícias provenientes da África do Sul. Ou seja, são os nossos congressistas mostrando seu "amor à pátria", se valendo da verdadeira desatenção do povo tupiniquim ao noticiário político, que, apesar de estar maior, não é exclusivo desses dias.
Vai parecer paradoxal, mas em nenhum momento critico a existência da Copa do Mundo. Sou e assumo ser um aficcionado por futebol e sempre lamento perder jogos do Mundial, quando necessito ir à aula ou tenho de fazer outra atividade quando há transmissão de qualquer partida. O que discuto aqui é a alienação e a pane pelas quais passa o brasileiro nesse mês mais agitado do ano - certamente mais do que as Eleições -, que só provam que o país sempre teve interferências em seu, ao menos suposto, desenvolvimento. Termino com palavras que já usei num antigo post: ainda temos políticos "bem-intencionados" para nos ajudar...
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
ASNEIRICES
ONTEM ANDEI...
PEGUEI UMA CARONA COM UM COLEGA NA SAIDA DA FACULDADE E APROVEITEI PRA ANDAR BOA PARTE DO TRAJETO ATE MINHA CASA.
ENQUANTO ISSO PENSAVA... NOS FATOS OCORRIDOS NO MESMO DIA, MAIS CEDO:
CHEGO CEDO NA AULA, A VIAGEM DE PRAIA GRANDE A SANTOS DURA MENOS QUE O ESPERADO QUASE SEMPRE...PARABENS AO SISTEMA DE ONIBUS DA BAIXADA, QUE APESAR DE NAO VARIAR OS PEDINTES LENDARIOS, ATE QUE E RAPIDINHO.
FATO É: CHEGO CEDO POIS GOSTO DE SENTAR NAS PRIMEIRAS CARTEIRAS, E ACABO SEMPRE MONTANDO MEU HQ NA MESMA LOCALIDADE DA SALA.
DEIXEI MINHA BAGAGEM NO MEU JA LENDARIO LUGAR E FUI PASSEAR NAS OUTRAS CARTEIRAS, PARA CUMPRIMENTAR OS COLEGAS. UM REBOLIÇO JA COSTUEIRO SE FORMA NAS IMEDIAÇOES, A HORA DO RUSH COMEÇA E AS CARTEIRAS COMEÇAM A SER RAPIDAMENTE OCUPADAS, FICO ATENTO PARA, SE NECESSÁRIO, CEDER RAPIDAMENTE A CARTEIRA QUE ESTOU PROVISORIAMENTE OCUPANDO.
MEANWHILE, UM RAPAZ SENTA AO LADO DO MEU QG, DO OUTRO LADO DA SALA...
LOGO EM SEGUIDA
TODAS AS CARTEIRAS AO REDOR DO QG SAO OCUPADAS...
E EIS QUE SURGE A DEUSA DA SALA, UM SER ABSURDAMENTE CONCORDANTE COM OS PADROES DE BELEZA DA ATUALIDADE E COM OS PADROES DE INTELIGENCIA DO SER FEMININO DE 80 ANOS ATRAS. ELA DESEJA SENTAR AO LADO DO JA MENCIONADO RAPAZ...
MINHA MOCHILA ESTA LA...
O RAPAZ ME PROCURA E PEDE PRA EU TROCAR DE LUGAR...
E FATO QUE OS DOIS SAO COMPROMETIDOS COM TERCEIROS, POIS O BRILHO DE SUAS COLOSSAIS ALIANÇAS DE PRATA NAO ME DEIXAM MENTIR.
E FATO QUE QUANDO ESTE QUE VOS FALA SOLTA A FRASE
"SE VOCE QUER SENTAR DO LADO DELA, FALE COM ELA, EU DAQUI NAO SAIO"
O RAPAZ E A MOÇA FICAM COM OS SORRISOS AMARELOS, COMO QUE TENTANDO OFUSCAR O BRILHO LETAL DO AÇO CORTANTE DA MINHA AFIRMAÇAO PERANTE A CLASSE ATENTA;
LOGO APOS, O RAPAZ E A MOÇA PASSAM A TRATAR COM DISTINTA CONSIDERAÇAO ESTE QUE VOS FALA...CAUSANDO DESENTENDIMENTO...
NA HORA DO INTERVALO, O RAPAZ NOVAMENTE ME PROCURA E PEDE QUE EU NAO FAÇA ESSE TIPO DE COMENTARIO NOVAMENTE PARA QUE NENHUM DOS CONJUGES DOS DOIS FIQUE SABENDO...
ENFIM, O QUE ME DEIXA PUTO, DEIXANDO A FORMALIDADE DE LADO, NAO E O FATO DA PUTARIA E FALTA DE LEALDADE TOMAREM CONTA DO POVO, NA REAL, O QUE ME DEIXA PUTO E O FATO DESSE POVO PARTIR DO PRINCIPIO QUE EU ME IMPORTO COM A VIDA SEXUAL ALHEIA, OU QUE EU VA ME DAR AO TRABALHO DE IR CONTAR PROS NAMORADOS E NAMORADAS AS TRAIRAGENS QUE ANDAM COMETENDO.
ISSO ME ENTRISTECE SERIAMENTE, POIS MEU OBJETIVO MAIOR AO AGIR DO JEITO QUE AJO E DEIXAR BEM CLARO QUE A VIDA ALHEIA NAO ME IMPORTA NEM UM POUCO...ENFIM.
EU ME GARANTO...
DOS 200 SO SE FORMARAO 12
EU ESTAREI ENTRE ELES
E, DE PREFERENCIA, OUVINDO EMERSON LAKE AND PALMER
DANE-SE O RESTO
ABRAÇOS!
PEGUEI UMA CARONA COM UM COLEGA NA SAIDA DA FACULDADE E APROVEITEI PRA ANDAR BOA PARTE DO TRAJETO ATE MINHA CASA.
ENQUANTO ISSO PENSAVA... NOS FATOS OCORRIDOS NO MESMO DIA, MAIS CEDO:
CHEGO CEDO NA AULA, A VIAGEM DE PRAIA GRANDE A SANTOS DURA MENOS QUE O ESPERADO QUASE SEMPRE...PARABENS AO SISTEMA DE ONIBUS DA BAIXADA, QUE APESAR DE NAO VARIAR OS PEDINTES LENDARIOS, ATE QUE E RAPIDINHO.
FATO É: CHEGO CEDO POIS GOSTO DE SENTAR NAS PRIMEIRAS CARTEIRAS, E ACABO SEMPRE MONTANDO MEU HQ NA MESMA LOCALIDADE DA SALA.
DEIXEI MINHA BAGAGEM NO MEU JA LENDARIO LUGAR E FUI PASSEAR NAS OUTRAS CARTEIRAS, PARA CUMPRIMENTAR OS COLEGAS. UM REBOLIÇO JA COSTUEIRO SE FORMA NAS IMEDIAÇOES, A HORA DO RUSH COMEÇA E AS CARTEIRAS COMEÇAM A SER RAPIDAMENTE OCUPADAS, FICO ATENTO PARA, SE NECESSÁRIO, CEDER RAPIDAMENTE A CARTEIRA QUE ESTOU PROVISORIAMENTE OCUPANDO.
MEANWHILE, UM RAPAZ SENTA AO LADO DO MEU QG, DO OUTRO LADO DA SALA...
LOGO EM SEGUIDA
TODAS AS CARTEIRAS AO REDOR DO QG SAO OCUPADAS...
E EIS QUE SURGE A DEUSA DA SALA, UM SER ABSURDAMENTE CONCORDANTE COM OS PADROES DE BELEZA DA ATUALIDADE E COM OS PADROES DE INTELIGENCIA DO SER FEMININO DE 80 ANOS ATRAS. ELA DESEJA SENTAR AO LADO DO JA MENCIONADO RAPAZ...
MINHA MOCHILA ESTA LA...
O RAPAZ ME PROCURA E PEDE PRA EU TROCAR DE LUGAR...
E FATO QUE OS DOIS SAO COMPROMETIDOS COM TERCEIROS, POIS O BRILHO DE SUAS COLOSSAIS ALIANÇAS DE PRATA NAO ME DEIXAM MENTIR.
E FATO QUE QUANDO ESTE QUE VOS FALA SOLTA A FRASE
"SE VOCE QUER SENTAR DO LADO DELA, FALE COM ELA, EU DAQUI NAO SAIO"
O RAPAZ E A MOÇA FICAM COM OS SORRISOS AMARELOS, COMO QUE TENTANDO OFUSCAR O BRILHO LETAL DO AÇO CORTANTE DA MINHA AFIRMAÇAO PERANTE A CLASSE ATENTA;
LOGO APOS, O RAPAZ E A MOÇA PASSAM A TRATAR COM DISTINTA CONSIDERAÇAO ESTE QUE VOS FALA...CAUSANDO DESENTENDIMENTO...
NA HORA DO INTERVALO, O RAPAZ NOVAMENTE ME PROCURA E PEDE QUE EU NAO FAÇA ESSE TIPO DE COMENTARIO NOVAMENTE PARA QUE NENHUM DOS CONJUGES DOS DOIS FIQUE SABENDO...
ENFIM, O QUE ME DEIXA PUTO, DEIXANDO A FORMALIDADE DE LADO, NAO E O FATO DA PUTARIA E FALTA DE LEALDADE TOMAREM CONTA DO POVO, NA REAL, O QUE ME DEIXA PUTO E O FATO DESSE POVO PARTIR DO PRINCIPIO QUE EU ME IMPORTO COM A VIDA SEXUAL ALHEIA, OU QUE EU VA ME DAR AO TRABALHO DE IR CONTAR PROS NAMORADOS E NAMORADAS AS TRAIRAGENS QUE ANDAM COMETENDO.
ISSO ME ENTRISTECE SERIAMENTE, POIS MEU OBJETIVO MAIOR AO AGIR DO JEITO QUE AJO E DEIXAR BEM CLARO QUE A VIDA ALHEIA NAO ME IMPORTA NEM UM POUCO...ENFIM.
EU ME GARANTO...
DOS 200 SO SE FORMARAO 12
EU ESTAREI ENTRE ELES
E, DE PREFERENCIA, OUVINDO EMERSON LAKE AND PALMER
DANE-SE O RESTO
ABRAÇOS!
terça-feira, 11 de maio de 2010
"A bolha europeia – e o boom grego", por Riverman
Abril de 2010. A Grécia, uma das economias mias frágeis da União Europeia, decreta uma moratória e pode praticamente arrastar o mercado econômico do continente à bancarrota, já que países como Alemanha, só a terceira maior economia do planeta, possuem papéis ativos em ações de bancos helênicos.
Resultado ainda bem vívido da recessão americana de 2008, a crise no Velho Continente parece mais grave do que parece. Além do problema alemão, países como Portugal e Irlanda, em breve, também correm risco de não conseguirem assumir com seus compromissos internacionais, já que devem mais do que arrecadam, e podem seguir a cartilha grega.
Esse é só um exemplo de como a especulação pode atingir até mercados tidos como seguros, como o europeu. Dona de uma moeda fortíssima e de linhas de crédito altamente confiáveis, a UE, no início e apesar das fortes exigências para se ingressar no grupo, parece ter sido sustentada pelas já consolidadas potências econômicas inglesa, alemã e francesa.
Até com a recente entrada de países que faziam parte da Cortina de Ferro, os europeus se mantiveram gozando de prosperidade econômica. Até 2008. A especulação, inicialmente ocorrida nos EUA, derrubou o mercado num efeito dominó – A bolha inicial se reduziu a um boom de explosão, apenas parafraseando o título do livro O Boom e a Bolha, de Robert Brenner, que explicita bem o início da crise econômica pela qual estamos ainda passando.
O neoliberalismo americano caiu de quatro à ajuda governamental, que foi fundamental para a recuperação do mercado nacional, e, aos poucos, os EUA conseguem respirar, depois de quase sufocantes dois anos. Mas a Europa, que ainda não havia sentido pesadas perdas com 2008, iniciou sua ‘crise pessoal’.
Inicialmente, apesar das perdas dos gregos – a previdência local deve sofrer alterações, e para se aposentar os locais devem ter um incremento de dois anos nas contribuições, além de possíveis aumentos na arrecadação fiscal -, a crise deve ser sufocada por lá. O que é preocupante é como as outras economias do continente, ainda frágeis, como a irlandesa, reagirão à efervescência do mercado logo em seguida.
A Europa, com isso, segue forte risco de realizar uma segunda onda de crise, em cima de 2008. Apesar das provas que o mercado já nos deu de sua autorregulação, uma segunda crise logo em seguida, que afetaria países como Inglaterra e Alemanha, pode deixar marcar indeléveis por alguns anos e provar, nesses mesmo período, que o mercado europeu pôde ser forte apenas na sua primeira década de existência. Ou seja, a Europa que se cuide.
Resultado ainda bem vívido da recessão americana de 2008, a crise no Velho Continente parece mais grave do que parece. Além do problema alemão, países como Portugal e Irlanda, em breve, também correm risco de não conseguirem assumir com seus compromissos internacionais, já que devem mais do que arrecadam, e podem seguir a cartilha grega.
Esse é só um exemplo de como a especulação pode atingir até mercados tidos como seguros, como o europeu. Dona de uma moeda fortíssima e de linhas de crédito altamente confiáveis, a UE, no início e apesar das fortes exigências para se ingressar no grupo, parece ter sido sustentada pelas já consolidadas potências econômicas inglesa, alemã e francesa.
Até com a recente entrada de países que faziam parte da Cortina de Ferro, os europeus se mantiveram gozando de prosperidade econômica. Até 2008. A especulação, inicialmente ocorrida nos EUA, derrubou o mercado num efeito dominó – A bolha inicial se reduziu a um boom de explosão, apenas parafraseando o título do livro O Boom e a Bolha, de Robert Brenner, que explicita bem o início da crise econômica pela qual estamos ainda passando.
O neoliberalismo americano caiu de quatro à ajuda governamental, que foi fundamental para a recuperação do mercado nacional, e, aos poucos, os EUA conseguem respirar, depois de quase sufocantes dois anos. Mas a Europa, que ainda não havia sentido pesadas perdas com 2008, iniciou sua ‘crise pessoal’.
Inicialmente, apesar das perdas dos gregos – a previdência local deve sofrer alterações, e para se aposentar os locais devem ter um incremento de dois anos nas contribuições, além de possíveis aumentos na arrecadação fiscal -, a crise deve ser sufocada por lá. O que é preocupante é como as outras economias do continente, ainda frágeis, como a irlandesa, reagirão à efervescência do mercado logo em seguida.
A Europa, com isso, segue forte risco de realizar uma segunda onda de crise, em cima de 2008. Apesar das provas que o mercado já nos deu de sua autorregulação, uma segunda crise logo em seguida, que afetaria países como Inglaterra e Alemanha, pode deixar marcar indeléveis por alguns anos e provar, nesses mesmo período, que o mercado europeu pôde ser forte apenas na sua primeira década de existência. Ou seja, a Europa que se cuide.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Indireta direta.
Indireta direta.
Olhe! Trema e entenda. A inércia, embora inerente a ti, não pode ser majoritária.
Tão frágil quanto lesmas em relação ao sal ou nós em relação a grandes carnívoros, o teu calar indica aceitação ao falho ou a incapacitação de expor o teu pensar... Reles pontos fracos...
De forma concreta, fingir ver com outros olhos o que por ti é condenado -inescrupulosamente se assumindo covarde ou encarecidamente invocando a divindade da tolice, que por sua vez oblitera de forma convicta qualquer tipo de sensatez existente no teu ser - apenas exige um mínimo de entorpecência e o cúmulo da apatia em ti contida.
Há algo de maior essência ao ocultar os fatos ou o termo 'vista grossa' soa positivo aos teus tímpanos? Seria tão conivente ao claro ou cego da forma mais insossa possível? Prefiro acreditar que a cegueira do dito "sentimento nobre" o afeta - tal qual a cegueira branca (não ligada ao amor) de Saramago: uma doença breve, porém, cruel. (Sentimento aliás digno de tornar os homens mais nobres em meros vermes, pincela-se rapidamente.)
Conivência indica medo... Medo de quê? Perder um algo ou alguém que é tido como importante? Grande merd*!
Nada pertence a ninguém... é tudo uma questão de percepção: muito "achismo", muito egoísmo e pouco sentimentalismo. Maaaas... sentimentalismo? Só por rimar? Digo que não... por expor o que sentimos por algo. Muitas vezes o dito sentimento é mais composto por posse que amor; Obsessão à cumplicidade... e assim vai.
Da forma com que as coisas vão, elas vêm. O soco de hoje é o golpe dado amanhã... Pense que, embora as coisas doam, elas passam... sempre passam. Já diz um filósofo urbano - cá entre nós, um dos melhores que conheço - : "Tudo acaba bem. Se não está tudo bem, é porque não acabou". É mais ou menos assim que tudo se vive... Tentando virar os jogos impossíveis de se virar e jamais aceitando o cabresto imposto por qualquer malefício
conhecido.
Espero que isso também tenha alguma ESSÊNCIA.
-------------------------------------------------------------------------------------
Comentário cretino: Me especializando em postar coisas referentes à vida de amigos e afins, hein?
=D
Enfim... Por: Leoni
Olhe! Trema e entenda. A inércia, embora inerente a ti, não pode ser majoritária.
Tão frágil quanto lesmas em relação ao sal ou nós em relação a grandes carnívoros, o teu calar indica aceitação ao falho ou a incapacitação de expor o teu pensar... Reles pontos fracos...
De forma concreta, fingir ver com outros olhos o que por ti é condenado -inescrupulosamente se assumindo covarde ou encarecidamente invocando a divindade da tolice, que por sua vez oblitera de forma convicta qualquer tipo de sensatez existente no teu ser - apenas exige um mínimo de entorpecência e o cúmulo da apatia em ti contida.
Há algo de maior essência ao ocultar os fatos ou o termo 'vista grossa' soa positivo aos teus tímpanos? Seria tão conivente ao claro ou cego da forma mais insossa possível? Prefiro acreditar que a cegueira do dito "sentimento nobre" o afeta - tal qual a cegueira branca (não ligada ao amor) de Saramago: uma doença breve, porém, cruel. (Sentimento aliás digno de tornar os homens mais nobres em meros vermes, pincela-se rapidamente.)
Conivência indica medo... Medo de quê? Perder um algo ou alguém que é tido como importante? Grande merd*!
Nada pertence a ninguém... é tudo uma questão de percepção: muito "achismo", muito egoísmo e pouco sentimentalismo. Maaaas... sentimentalismo? Só por rimar? Digo que não... por expor o que sentimos por algo. Muitas vezes o dito sentimento é mais composto por posse que amor; Obsessão à cumplicidade... e assim vai.
Da forma com que as coisas vão, elas vêm. O soco de hoje é o golpe dado amanhã... Pense que, embora as coisas doam, elas passam... sempre passam. Já diz um filósofo urbano - cá entre nós, um dos melhores que conheço - : "Tudo acaba bem. Se não está tudo bem, é porque não acabou". É mais ou menos assim que tudo se vive... Tentando virar os jogos impossíveis de se virar e jamais aceitando o cabresto imposto por qualquer malefício
conhecido.
Espero que isso também tenha alguma ESSÊNCIA.
-------------------------------------------------------------------------------------
Comentário cretino: Me especializando em postar coisas referentes à vida de amigos e afins, hein?
=D
Enfim... Por: Leoni
quarta-feira, 21 de abril de 2010
"As guerras e os homens", por Riverman
Europa, Século XI. Mais precisamente no ano de 1095, o então papa Urbano II clama os cristãos a libertarem a Terra Santa do jugo islâmico. Depois de quase 200 anos de combates, as chamadas Cruzadas, além de atribuirem à Igreja Católica um caráter conquistador, transformaram um batalha tida como religiosa em um passatempo dos nobres.
Quando se preparavam para os combates, muitos cavaleiros encaravam a ida ao Oriente Médio como ir, hoje em dia, a um safári. Havia até preparativos: espécies de treinamentos pré-guerra eram elaborados em solo europeu para que os combatentes não enfrentassem surpresas ao lutar contra os muçulmanos. Mas tudo no maior clima de orgulho e descontração.
Essa é a maior prova de como o enfrentamento do ser humano às guerras mudou consideravelmente ao longo dos séculos. No que era, então, um orgulho aos participantes como na Idade Média das Cruzadas – mais por questões nobiliárquicas e menos por motivos de suserania, ao contrário do que nos apontam os livros de História do Ensino Básico -, passou a ser um motivo de patriotismo, apenas alguns séculos depois das guerras libertadores da Terra Santa.
Por volta dos séculos XIII e XIV temos, na Europa, a formação dos Estados. Apesar de serem basicamente monarquias e manterem características reais bem fortes, o surgimento das nações só foi possível devido a um contexto: um fator comum a indivíduos. Neste caso, a língua foi essencial. Portanto, a partir de uma unidade, estes seres humanos se consideravam iguais e, logo, lutariam pela manutenção desta mesma unidade, no caso, os países.
O patriotismo foi a base de vários movimentos ainda inspiradores nos dias atuais; a Revolução Francesa e a Independência do Brasil como exemplo os são. Esta unidade, presente muito fortemente até o século XX, ditou até o surgimento do nazismo, que previa a ascensão ariana – raça orginal dos alemães – como líderes de uma nova ordem mundial.
E, atualmente, como encaramos as guerras? Se ela já foi vista com orgulho por um nobre participante na Idade Média e por um patriota napoleônico, como a sociedade encara os conflitos hoje em dia?
Não nos esquecendo de que uma grande parcela de indivíduos ainda é patriótica, o mundo se mantém menos gostoso de guerras, quer por ideologia, quer por medo da morte. Muitos vão citar como exemplo de ideologia o caso americano no Iraque. Apesar, sim, de muitos estarem ali por uma questão de “amor à América”, uma outra parcela de soldados está ali por questões educacionais, pois o governo americano financia parte do estudo superior de quem participar por algum tempo das Forças Armadas.
Aí entra a importância da mídia. Apesar de muito direcionada, ela ainda consegue trazer pontos de reflexão aos cidadãos, algo que não acontece no totalitarismo, que forma patriotas cegos, que só observam através dos olhos de seu líder. “O por quê da guerra? Por que morrer em troca de algo que me é imposto, como a noção de pátria e nação?” são perguntas feitas a muitos indivíduos a si mesmos quando assistem a jornais ou leem revistas, apesar de poucas publicações, de fato, discutirem tais questões.
Infelizmente ainda vivemos num mundo muito acrítico. Cidadãos achando normal num país, como o Brasil, o alistamento militar obrigatório. Até quando tomaremos uma postura tão submissa? As guerras só matam pessoas, e o patriotismo só nos trás guerras. Mas, enfim, o ser humano prefere pensar assim...
Quando se preparavam para os combates, muitos cavaleiros encaravam a ida ao Oriente Médio como ir, hoje em dia, a um safári. Havia até preparativos: espécies de treinamentos pré-guerra eram elaborados em solo europeu para que os combatentes não enfrentassem surpresas ao lutar contra os muçulmanos. Mas tudo no maior clima de orgulho e descontração.
Essa é a maior prova de como o enfrentamento do ser humano às guerras mudou consideravelmente ao longo dos séculos. No que era, então, um orgulho aos participantes como na Idade Média das Cruzadas – mais por questões nobiliárquicas e menos por motivos de suserania, ao contrário do que nos apontam os livros de História do Ensino Básico -, passou a ser um motivo de patriotismo, apenas alguns séculos depois das guerras libertadores da Terra Santa.
Por volta dos séculos XIII e XIV temos, na Europa, a formação dos Estados. Apesar de serem basicamente monarquias e manterem características reais bem fortes, o surgimento das nações só foi possível devido a um contexto: um fator comum a indivíduos. Neste caso, a língua foi essencial. Portanto, a partir de uma unidade, estes seres humanos se consideravam iguais e, logo, lutariam pela manutenção desta mesma unidade, no caso, os países.
O patriotismo foi a base de vários movimentos ainda inspiradores nos dias atuais; a Revolução Francesa e a Independência do Brasil como exemplo os são. Esta unidade, presente muito fortemente até o século XX, ditou até o surgimento do nazismo, que previa a ascensão ariana – raça orginal dos alemães – como líderes de uma nova ordem mundial.
E, atualmente, como encaramos as guerras? Se ela já foi vista com orgulho por um nobre participante na Idade Média e por um patriota napoleônico, como a sociedade encara os conflitos hoje em dia?
Não nos esquecendo de que uma grande parcela de indivíduos ainda é patriótica, o mundo se mantém menos gostoso de guerras, quer por ideologia, quer por medo da morte. Muitos vão citar como exemplo de ideologia o caso americano no Iraque. Apesar, sim, de muitos estarem ali por uma questão de “amor à América”, uma outra parcela de soldados está ali por questões educacionais, pois o governo americano financia parte do estudo superior de quem participar por algum tempo das Forças Armadas.
Aí entra a importância da mídia. Apesar de muito direcionada, ela ainda consegue trazer pontos de reflexão aos cidadãos, algo que não acontece no totalitarismo, que forma patriotas cegos, que só observam através dos olhos de seu líder. “O por quê da guerra? Por que morrer em troca de algo que me é imposto, como a noção de pátria e nação?” são perguntas feitas a muitos indivíduos a si mesmos quando assistem a jornais ou leem revistas, apesar de poucas publicações, de fato, discutirem tais questões.
Infelizmente ainda vivemos num mundo muito acrítico. Cidadãos achando normal num país, como o Brasil, o alistamento militar obrigatório. Até quando tomaremos uma postura tão submissa? As guerras só matam pessoas, e o patriotismo só nos trás guerras. Mas, enfim, o ser humano prefere pensar assim...
segunda-feira, 5 de abril de 2010
VIVENDO NA ATLÂNTIDA GENERALIZADA
5/4/10, UM PROVÁVEL DIA COMUM...NÃO FOSSE A IMBATÍVEL E IMPLACÁVEL CHUVA.
NÓS CÁ DE SANTOS ENFRENTAMOS A ÁGUA BRAVAMENTE...AS RUAS ENCHERAM, O TRÂNSITO PAROU...MESMO COM MEUS 1,96 M DE ALTURA, TIVE DIFICULDADES EM ME LOCOMOVER DENTRO DO TURBILHÃO TURVO, A ÁGUA DAVA NOS JOELHOS....
FOI QUANDO EU PAREI E PENSEI: É NESSES MOMENTOS SOLITÁRIOS DE RACIOCÍNIO CRÍTICO BÁSICO À SOBREVIVÊNCIA QUE AS BOAS IDÉIAS/COMENTÁRIOS BROTAM...E DITO E FEITO! O COMENTÁRIO BROTOU!!!!
FATO É: SER CORAJOSO OU NÃO, DEPENDE UNICAMENTE DA QUANTIDADE DE AÇÚCAR NO SEU SANGUE....ENTÃO, SE ESTIVER COM MEDO...FIQUE UNS TRES DIAS SEM COMER QUE PASSA...
PARALELAMENTE
A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA
SE FOSSE NECESSÁRIO APENAS O MEDO PARA SACIAR A FOME..EU ME VESTIRIA DE JASON E FARIA UM TOUR PELO NORDESTE.....DE GRAÇA!!!!
SEE YA
MADMAX OVER AND OUT
NÓS CÁ DE SANTOS ENFRENTAMOS A ÁGUA BRAVAMENTE...AS RUAS ENCHERAM, O TRÂNSITO PAROU...MESMO COM MEUS 1,96 M DE ALTURA, TIVE DIFICULDADES EM ME LOCOMOVER DENTRO DO TURBILHÃO TURVO, A ÁGUA DAVA NOS JOELHOS....
FOI QUANDO EU PAREI E PENSEI: É NESSES MOMENTOS SOLITÁRIOS DE RACIOCÍNIO CRÍTICO BÁSICO À SOBREVIVÊNCIA QUE AS BOAS IDÉIAS/COMENTÁRIOS BROTAM...E DITO E FEITO! O COMENTÁRIO BROTOU!!!!
FATO É: SER CORAJOSO OU NÃO, DEPENDE UNICAMENTE DA QUANTIDADE DE AÇÚCAR NO SEU SANGUE....ENTÃO, SE ESTIVER COM MEDO...FIQUE UNS TRES DIAS SEM COMER QUE PASSA...
PARALELAMENTE
A RECÍPROCA NÃO É VERDADEIRA
SE FOSSE NECESSÁRIO APENAS O MEDO PARA SACIAR A FOME..EU ME VESTIRIA DE JASON E FARIA UM TOUR PELO NORDESTE.....DE GRAÇA!!!!
SEE YA
MADMAX OVER AND OUT
sábado, 27 de março de 2010
"Cadê minha inspiração?", por RIverman
Defrontando o meu computador, tive zilhões de ideias de temas para confeccionar um texto para o nosso querido blog. Boas inclusive. Mas o problema não está em se pensar num tema, e sim desenvolvê-lo.
Cheguei até a ir longe em um sobre o patriotismo – criticando-o, obviamente -, mas achei que fui muito longe: por ter feito já longos dois parágrafos, quase uma luz neste meu momento de inércia criativa, e por ter, também, ido muito longe da minha proposta – por isso, sua publicação vai ser adiada para outra oportunidade.
Apesar de vir tendo um bom desenvolvimento acadêmico, esse terceiro mês de 2010 vem sendo um breu literário para mim. Só espero que ele termine em breve – apesar de eu ter muito sobre o que pensar e escrever, o problema vem à tona na hora de passar as ideias para o papel ou para o computador.
Por isso, encarecidamente, peço: se alguém encontrar uma inspiração caída no chão, por favor, entregue-a para mim. Hoje, me despeço. Infelizmente muito lacônico...
P.S.: Só resolvi postar este relato, pois creio que ele traga alguma sorte para mim
Cheguei até a ir longe em um sobre o patriotismo – criticando-o, obviamente -, mas achei que fui muito longe: por ter feito já longos dois parágrafos, quase uma luz neste meu momento de inércia criativa, e por ter, também, ido muito longe da minha proposta – por isso, sua publicação vai ser adiada para outra oportunidade.
Apesar de vir tendo um bom desenvolvimento acadêmico, esse terceiro mês de 2010 vem sendo um breu literário para mim. Só espero que ele termine em breve – apesar de eu ter muito sobre o que pensar e escrever, o problema vem à tona na hora de passar as ideias para o papel ou para o computador.
Por isso, encarecidamente, peço: se alguém encontrar uma inspiração caída no chão, por favor, entregue-a para mim. Hoje, me despeço. Infelizmente muito lacônico...
P.S.: Só resolvi postar este relato, pois creio que ele traga alguma sorte para mim
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